5 previsões e expectativas para a Black Friday 2015

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Fonte: Giro News.

Em um ano tão apertado quanto 2015, ações como a Black Friday (27/09) caem como uma luva. Só basta saber se preparar para a ocasião.

Segundo Emílio Alfieri, economista da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), a data será uma chance de tentar reverter o mau momento do varejo brasileiro, que deve concluir o ano em queda de 5%. Em contrapartida, o Comércio Eletrônico tende a viver um movimento diferente, com crescimento de 15%, conforme projeções da e-bit no 32º Relatório Webshoppers.

Para Gerson Rolim, diretor de comunicação e consultor do Comitê de Varejo da camara-e.net, esse avanço será muito estimulado pela “Sexta-feira Negra”, que representa dois meses e meio do faturamento mensal do E-commerce.

Projeções para a grande sexta

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Um levantamento feito pelo site de comparação de preços Zoom, entrevistou 20 mil consumidores a fim de saber como o evento promocional será recebido e quais poderão ser seus resultados.

A seguir separamos alguns dados importantes:

1. Engajamento: A maior parte das pessoas (71%) pretende comprar na Black Friday se encontrar bons descontos. Outras 28% afirmaram não terem dúvidas de que comprarão e apenas 1% revelou não ter a intenção de aproveitar a data.

2. Intensão de gastos: 66% dos entrevistados disseram que irão avaliar se gastarão menos do que fizeram em 2014, dependendo dos descontos que encontrarem – uma postura que se deve à atual crise econômica do país. Já 30% deles pretendem efetivamente pisar no freio nas compras; e apenas 4% afirmam não terem a intenção de diminuir os gastos neste ano.

3. Valores: A estimativa de tíquete-médio continua a mesma do ano passado, pois 57% dos consumidores planejam gastar mais de R$ 1.000 e 27% pretendem desembolsar uma quantia entre R$ 500 e R$ 1.000.

4. Expectativa de satisfação: De acordo com a pesquisa, 40% dos consumidores estão confiantes de que acharão boas ofertas nessa Black Friday. Além disso, 49% acreditam que encontrarão melhores ofertas no evento do que nas liquidações fora de época promovidas pelo varejo no intuito de combater a crise. Outra perspectiva otimista é de que 64% das pessoas gostariam de antecipar suas compras de Natal.

5. Produtos preferidos: Os itens mais desejados para o 27 de novembro são os celulares/smartphones (57%), seguidos das TVs (43%), eletrodomésticos (33%), eletroportáteis (29%) e notebooks (27%).

E então, como estão os preparativos do seu negócio para a data? Planeje com cuidado e alavanque os resultados das vendas!

Fontes: InfoMoney, Monitor Mercantil, Paraíba Total, A Tribuna, Decision REPORT.

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Categoria: Comércio Eletrônico

5 mitos sobre agências de Publicidade

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Mercúrio, o mensageiro dos deuses.

Criativas, descoladas, ágeis e surpreendentes. As agências de Publicidade são ambientes repletos de novas ideias, que são desenvolvidas com todo o empenho em nome do sucesso do cliente.

Para se manterem ativos, esses negócios vivem o constante desafio de se adequarem à evolução tecnológica e também às mudanças nos campos social, político, econômico e cultural. Por isso seus profissionais precisam ser altamente capacitados e apaixonados pela arte de estar sempre inovando.

Quem vê de fora pode achar a atuação dessas companhias um tanto quanto confusa, afinal, são tantas especialidades juntas, que fica difícil dizer com certeza o que elas realmente fazem ou deixam de fazer.

Uma olhada mais de perto

Pois é, nem todo mundo possui intimidade com o universo das agências e, por conta desse distanciamento, tem algumas visões equivocadas acerca do seu trabalho. Porém, é interessante buscar conhecer melhor quais são suas ferramentas, departamentos, potencialidades e limitações, sobretudo se você estiver pensando em contratar uma para ajudar a sua marca a ser mais forte.

Para começar, que tal esclarecer alguns pontos?

1. Agências de publicidade só cuidam do lado criativo

agencia-publicidade-criatividadeO departamento de Criação é, provavelmente, o mais conhecido e valorizado por aí. Entretanto, ele não sobrevive sozinho. Para que as soluções criativas sejam possíveis é necessário conhecer o cliente e se comunicar bem com ele (Atendimento); estudar o seu mercado e preparar as ações mais promissoras, de modo estratégico (Planejamento); e viabilizar/negociar a veiculação das peças nos meios de comunicação adequados (Mídia). Além disso, é possível que haja equipes específicas para cuidar das pesquisas, da análise de resultados, dos conteúdos digitais e, claro, do setor administrativo.

Não há um formato padrão e, mesmo que uma agência seja especializada em serviços estritamente criativos, como a produção de ilustrações, por exemplo, sempre haverá um apoio interdisciplinar para concretizar a campanha ou o anúncio.

2. Os profissionais podem fazer modificações nas peças a qualquer momento

É do cliente a responsabilidade de aprovar toda e qualquer peça publicitária. No entanto, para que esse processo seja justo é necessário entender que as modificações em um material só podem ser aplicadas se elas forem justificáveis a partir do briefing. Essa postura serve para manter o foco naquilo que já foi definido (e registrado), evitando retrabalhos aleatórios baseados em opiniões sem critério.

Tem também a questão do tempo hábil para se fazer as mudanças. O cliente deve estar sempre atento para enviar o seu parecer num determinado prazo, pois, caso contrário, o reajuste solicitado tardiamente pode não ser possível.

Executar ou não as alterações em circunstâncias apertadas, geradas pelo contratante, depende de cada agência. Mas, em geral, é feito o máximo esforço para atender suas expectativas, porém, sem que isso comprometa os demais jobs da equipe.

3. É obrigação da agência formatar os serviços do contratante

Para poder divulgar o que uma empresa faz os publicitários devem, primeiramente, compreender como ela atua e quais são os serviços oferecidos. Contudo, algumas delas chegam até a equipe responsável pelo projeto sem fornecer as informações necessárias para a elaboração das peças. Consequentemente, a produção fica comprometida, dependendo de maiores detalhes.

Isso acontece porque, muitas vezes, a organização não fez um bom planejamento do seu negócio. Dessa forma, ela não sabe falar com precisão sobre suas soluções, relegando à agência a tarefa de formatá-las, quando não criá-las por completo. Mas, na verdade, essa não é uma obrigação dos criativos, a menos que tenha sido contratado junto deles uma consultoria para ajudar nesse quesito.

4. Apenas empresas são atendidas

As empresas talvez sejam as que mais recorrem ao núcleo publicitário, mas isso não significa que apenas elas sejam atendidas. Embora existam agências especializadas em determinados públicos, a maioria não restringe o seu talento à classe corporativa. Logo, profissionais liberais, autônomos e até estudantes que, de repente, precisem fazer um trabalho mais caprichado, podem contar com o apoio delas.

5. Agências digitais são melhores do que as tradicionais  

Com a forte ascensão das mídias digitais muitos negócios começaram a perceber a urgência de estar presente na internet, o que impulsionou um movimento de supervalorização das agências online. Alguns anunciantes, inclusive, migraram totalmente seus recursos dos meios offline para as novas plataformas conectadas.

Todavia, cada caso é um caso. Assim como as velhas mídias não deixaram de existir, os anúncios e ações veiculados nelas também não morreram. Tudo depende das necessidades do cliente, dos seus objetivos e cultura. Meios diferentes atendem a propósitos diferentes. Ou seja, não existe essa relação de melhor ou pior entre agências digitais e tradicionais.

Pode falar a verdade, você acreditava em algum desses mitos? Talvez haja outros que não foram relacionados aqui, por isso, você pode lançar nos Comentários suas considerações, ponderações ou dúvidas.

Vamos deixar tudo muito bem explicado, ok?

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Categoria: Campanha Publicitária

O que aprender com a nova marca do Google

doodle-nova-marca-googleFonte: Google Doodles.

Todo mundo já viu, compartilhou, se surpreendeu (ou não) e deu seu pitaco. Lançada mundialmente na última terça-feira (01/09), a nova marca do Google chegou mesmo para ficar – goste você ou não!

A mudança, a segunda em menos de dois anos, ocorreu pouquíssimo tempo depois de a gigante das buscas anunciar a criação da empresa-mãe Alphabet. Na verdade, trata-se de uma holding que reunirá todos os serviços conectados sobre uma só companhia, a Google Inc. Com isso vê-se a maior reestruturação do negócio em toda sua história.

De acordo com Tamar Yehoshua, Vice-presidente de produto, e Bobby Nath, Diretor de Experiência do Usuário:

“Essa não é a primeira mudança na nossa aparência e provavelmente não será a última, mas nós acreditamos que a atualização de hoje é um grande reflexo de todos os jeitos que o Google trabalha para você por meio da busca, Maps, Gmail, Chrome”.

É interessante notar que o trabalho não foi uma simples reestilização de logotipo, mas sim uma interferência na marca de forma mais ampla. Além de ter adotado letras mais simples (sem serifa) e tonalidades um pouco mais fortes, a empresa aposentou aquele pequeno “g” azul, colocando em seu lugar um novo “G” com todas as cores empregadas. Foram inseridos ainda outros elementos como o ícone do microfone, que ajuda a identificar a possibilidade de realizar pesquisas por voz.

nova-marca-google-elementosFonte: IDG Now.

5 lições da nova marca do Google

Deixando de lado a divisão de opiniões sobre a “beleza” do logo, a ocasião pode ser utilizada para observar alguns fatores importantes sobre a construção de marcas, ou melhor, sobre a renovação delas. Se você tiver uma empresa aproveite para aprender algumas coisas…

1. Flat é o poder

As formas extremamente simples, limpas e chapadas, principalmente, do novo logotipo reforçam ainda mais os valores do Flat Design, que já vinha sendo seguido pelo Google. Mas agora ficou tudo ainda mais nítido.

Essa tendência tem a ver com a necessidade de garantir a visibilidade, compreensão e identidade da marca nas diferentes telas disponíveis atualmente, sobretudo nas pequenas. Por isso a ordem é simplificar ao máximo.

Esqueça aqueles traços rebuscados, os efeitos degradê e os detalhes minuciosos. Sua empresa tem que ser (bem) vista independentemente da plataforma em que for aparecer. E, acredite, ela terá de passar por muitos lugares.

2. Não dá mais para ignorar as plataformas móveis

É justamente o que estava sendo dito. Com a popularização dos diversos tipos de dispositivos, novos espaços, formatos e tamanhos também tiveram de ser explorados. No intuito de sobreviverem em meio a essa variedade de mídias, as marcas tiveram de se adaptar, com especial atenção às dimensões reduzidas dos smartphones, que hoje são uma espécie de extensão do ser humano. Para aquelas que são próprias do ambiente digital tal necessidade é ainda mais gritante.

Segundo o Google, os elementos criados compõem uma nova linguagem visual que reflete essa realidade.

“Como você vai ver, nós colocamos o logo e a marca do Google, que foram originalmente desenhados para uma página de desktop, e os atualizamos para um mundo em que a computação acontece de forma imperceptível, através de um número infinito de dispositivos e de diferentes formas de interação (seja toque, teclado ou voz)”.

3. É preciso se renovar

Se uma companhia tão moderna e já tão consolidada mundialmente como o Google empreende vários esforços para se manter atual, por que o seu negócio não faria o mesmo?

Ninguém está imune à mudança dos tempos, dos conceitos, dos paradigmas. Novas linguagens emergem e é preciso buscar dominá-las com rapidez para se manter relevante no mercado.

Construir uma jornada de sucesso exige saber aproveitar com criatividade as nuances e as potencialidades de cada época. E a sua marca, qual história ela conta?

4. Integração é primordial

Uma Identidade Visual bem construída deve oferecer soluções que permitam interligar os diferentes produtos e serviços de modo a sustentar uma imagem coerente, sólida e destacada.

As formas e cores aplicadas nos múltiplos aplicativos do Google nessa nova fase ilustram a importância de saber articular as características estéticas da marca em situações distintas, porém, com simplicidade e personalidade.

5. Esteja preparado para as críticas

Se nem Jesus, quer dizer, o Google agradou a todos…

Voltada ao público especializado do Marketing e Publicidade, a revista Advertising Age (AdAge) promoveu nos Estados Unidos uma enquete online para saber o que sua audiência achou das novas letras coloridas do buscador mais popular do mundo. E advinha o resultado? 60% dos participantes reprovou a novidade.

Pois é, nem todos recebem bem as mudanças, mas isso não significa que elas não sejam necessárias. No entanto, é indispensável ter plena consciência sobre sua necessidade, pois só assim elas poderão ser realmente funcionais. Mesmo que estranhem no começo, as pessoas irão se acostumar diante das reais vantagens.

Referências: G1, IDG Now, TechTudoOficina da Net.

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Categoria: Design e Criatividade

Investimentos do Marketing na área digital devem crescer 8%

crescimento-investimento-marketing-digitalFonte: Semana ON.

As necessidades e os interesses do Marketing sobre os recursos tecnológicos estabelecem uma ponte cada vez mais sólida com os departamentos de TI, o que se deve, em grande parte, à relevância do Marketing Digital para os negócios contemporâneos.

Tais interações têm, inclusive, mudado a cultura de diversas companhias, sobretudo que precisam se posicionar de maneira efetiva na internet. A maneira como os investimentos têm sido direcionados é um exemplo disso, e um recente estudo da Gartner comprova o caso.

De acordo com projeções da consultoria sobre as intenções dos Diretores de Marketing (CMO – Chief Marketing Officer), os gastos dessa área com tecnologia deverão crescer 8% neste ano. Segundo as empresas pesquisadas, 25% do seu orçamento foi empregado em Marketing Digital durante 2014. Metade delas afirmou que deve aumentar os recursos financeiros nesse sentido em 2015.

Entretanto, o avanço tende a seguir em frente até 2017, em um cenário onde os CMOs utilizarão mais recursos do que os próprios CIOs – Chief Information Officer (Diretor de Tecnologia da Informação).

O levantamento ouviu profissionais de 315 organizações com receitas anuais de 500 milhões de dólares, ou superior.

Novas responsabilidades do Marketing

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A pesquisa revelou também que o departamento vem acumulando algumas funções ao assumir as responsabilidades por:

  • Escolher e gerir os prestadores de serviços de Marketing (em 83% das companhias);
  • Selecionar os fornecedores de tecnologia (em 71%);
  • Controlar o orçamento para consultoria e design de software relacionados com Marketing (em 75%);
  • Controlar o orçamento para a aquisição de software como serviço – SaaS (em 47%);
  • Estender o orçamento à hospedagem externa de tecnologia para rodar sistemas ligados ao Marketing (em 43%).

Com as empresas começando a ter estratégias on e offline mais coesas, a adoção de tecnologias também tem crescido em várias direções, incluindo CRM, Marketing Digital, banco de dados, automação de Marketing, análise de clientes, Mobile Marketing e Comércio Eletrônico.

 

Fontes: Mundo do MarketingCOMPUTERWORLD, Baguete.

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Categoria: Marketing Digital