5 mitos sobre agências de Publicidade

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Mercúrio, o mensageiro dos deuses.

Criativas, descoladas, ágeis e surpreendentes. As agências de Publicidade são ambientes repletos de novas ideias, que são desenvolvidas com todo o empenho em nome do sucesso do cliente.

Para se manterem ativos, esses negócios vivem o constante desafio de se adequarem à evolução tecnológica e também às mudanças nos campos social, político, econômico e cultural. Por isso seus profissionais precisam ser altamente capacitados e apaixonados pela arte de estar sempre inovando.

Quem vê de fora pode achar a atuação dessas companhias um tanto quanto confusa, afinal, são tantas especialidades juntas, que fica difícil dizer com certeza o que elas realmente fazem ou deixam de fazer.

Uma olhada mais de perto

Pois é, nem todo mundo possui intimidade com o universo das agências e, por conta desse distanciamento, tem algumas visões equivocadas acerca do seu trabalho. Porém, é interessante buscar conhecer melhor quais são suas ferramentas, departamentos, potencialidades e limitações, sobretudo se você estiver pensando em contratar uma para ajudar a sua marca a ser mais forte.

Para começar, que tal esclarecer alguns pontos?

1. Agências de publicidade só cuidam do lado criativo

agencia-publicidade-criatividadeO departamento de Criação é, provavelmente, o mais conhecido e valorizado por aí. Entretanto, ele não sobrevive sozinho. Para que as soluções criativas sejam possíveis é necessário conhecer o cliente e se comunicar bem com ele (Atendimento); estudar o seu mercado e preparar as ações mais promissoras, de modo estratégico (Planejamento); e viabilizar/negociar a veiculação das peças nos meios de comunicação adequados (Mídia). Além disso, é possível que haja equipes específicas para cuidar das pesquisas, da análise de resultados, dos conteúdos digitais e, claro, do setor administrativo.

Não há um formato padrão e, mesmo que uma agência seja especializada em serviços estritamente criativos, como a produção de ilustrações, por exemplo, sempre haverá um apoio interdisciplinar para concretizar a campanha ou o anúncio.

2. Os profissionais podem fazer modificações nas peças a qualquer momento

É do cliente a responsabilidade de aprovar toda e qualquer peça publicitária. No entanto, para que esse processo seja justo é necessário entender que as modificações em um material só podem ser aplicadas se elas forem justificáveis a partir do briefing. Essa postura serve para manter o foco naquilo que já foi definido (e registrado), evitando retrabalhos aleatórios baseados em opiniões sem critério.

Tem também a questão do tempo hábil para se fazer as mudanças. O cliente deve estar sempre atento para enviar o seu parecer num determinado prazo, pois, caso contrário, o reajuste solicitado tardiamente pode não ser possível.

Executar ou não as alterações em circunstâncias apertadas, geradas pelo contratante, depende de cada agência. Mas, em geral, é feito o máximo esforço para atender suas expectativas, porém, sem que isso comprometa os demais jobs da equipe.

3. É obrigação da agência formatar os serviços do contratante

Para poder divulgar o que uma empresa faz os publicitários devem, primeiramente, compreender como ela atua e quais são os serviços oferecidos. Contudo, algumas delas chegam até a equipe responsável pelo projeto sem fornecer as informações necessárias para a elaboração das peças. Consequentemente, a produção fica comprometida, dependendo de maiores detalhes.

Isso acontece porque, muitas vezes, a organização não fez um bom planejamento do seu negócio. Dessa forma, ela não sabe falar com precisão sobre suas soluções, relegando à agência a tarefa de formatá-las, quando não criá-las por completo. Mas, na verdade, essa não é uma obrigação dos criativos, a menos que tenha sido contratado junto deles uma consultoria para ajudar nesse quesito.

4. Apenas empresas são atendidas

As empresas talvez sejam as que mais recorrem ao núcleo publicitário, mas isso não significa que apenas elas sejam atendidas. Embora existam agências especializadas em determinados públicos, a maioria não restringe o seu talento à classe corporativa. Logo, profissionais liberais, autônomos e até estudantes que, de repente, precisem fazer um trabalho mais caprichado, podem contar com o apoio delas.

5. Agências digitais são melhores do que as tradicionais  

Com a forte ascensão das mídias digitais muitos negócios começaram a perceber a urgência de estar presente na internet, o que impulsionou um movimento de supervalorização das agências online. Alguns anunciantes, inclusive, migraram totalmente seus recursos dos meios offline para as novas plataformas conectadas.

Todavia, cada caso é um caso. Assim como as velhas mídias não deixaram de existir, os anúncios e ações veiculados nelas também não morreram. Tudo depende das necessidades do cliente, dos seus objetivos e cultura. Meios diferentes atendem a propósitos diferentes. Ou seja, não existe essa relação de melhor ou pior entre agências digitais e tradicionais.

Pode falar a verdade, você acreditava em algum desses mitos? Talvez haja outros que não foram relacionados aqui, por isso, você pode lançar nos Comentários suas considerações, ponderações ou dúvidas.

Vamos deixar tudo muito bem explicado, ok?

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Categoria: Campanha Publicitária

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