Sites não otimizados para celulares perderão espaço no Google mobile

algoritmo-google-resultados-mobileFonte: Nuttifox.

A grande notícia da semana, para quem é ligado em Marketing Digital, não poderia ser outra se não a atualização do Google no algoritmo que ranqueia os seus resultados de buscas no ambiente mobile.

Pois é, tendo em vista que cerca de 60% do tráfego na internet atualmente vem de dispositivos móveis, a empresa decidiu priorizar apenas as páginas capazes de entregar uma boa experiência ao usuário conectado via smartphone. Os novos critérios, que passam a vigorar pra valer a partir de agora, irão provocar um rearranjo na ordem em que os sites estavam sendo listados até então.

Fatores como tamanho dos textos, facilidade de acesso a links e cliques, e redimensionamento do layout para se adaptar a telas menores (Design Responsivo), serão imprescindíveis para determinar o ranqueamento.

Em outras palavras, isso significa que se o seu site não tiver uma versão mobile, ele poderá simplesmente “sumir” dos resultados de buscas entregues pelo Google.

Experiência é tão importante quanto conteúdo

experiencia-google-mobileDiante de implementações como essa é possível observar que, embora o conteúdo continue sendo de extrema importância, ele por si só já não basta. A maneira como é consumido se levanta como uma questão urgente e determinante.

Frente aos variados tipos de leitura, diferentes formatos de telas e inúmeros hábitos, é preciso visar soluções que se voltem também à mecânica do processo. Afinal, nada adianta ter o melhor conteúdo do mundo se ele não puder ser lido, certo?

Não se trata, porém, de garantir apenas as condições básicas, mas sim de otimizar ao máximo experiência do público nas múltiplas plataformas onde a empresa estiver presente.

Em tempo: Resultados em desktops não serão “abalados”

A atualização no algoritmo do Google, feita no dia 21/04, deve ficar restrita apenas às aplicações mobile do serviço, não interferindo, portanto, os posicionamentos apresentados em desktops. Isso diretamente falando, contudo, o buraco é um pouco mais embaixo…

Se num primeiro momento a limitação pode trazer algum conforto às almas mais receosas, numa segunda análise é preciso lembrar que os dispositivos móveis são responsáveis por, pelo menos, metade das buscas feitas no Google. Logo, de um jeito ou de outro, as empresas vão sentir a diferença.

Referências: Dinheiro Vivo, SartSe, Folha de S. Paulo, Estadão PME.

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Categoria: Marketing Digital

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