Como seguir a tendência do Flat Design

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Ele foi chegando com seu jeitão simples e objetivo, pra não dizer curto e grosso, e se consagrou de vez como uma das mais fortes tendências para o design de interfaces digitais. Priorizando a informação ao invés da arte, o Flat Design veio em socorro dos usuários, cansados dos excessos de apelos e comandos que passaram a fazer parte de seu cotidiano.

Ao contrário do Skeuomorphism, popularizado pela Apple com seus ícones e elementos realistas, o Flat Design é totalmente chapado, sem efeitos e super minimalista – o nome já é autoexplicativo, “Design Plano”. Seu boom aconteceu com o lançamento do Windows 8, que apresentou uma “nova” proposta baseada nos conceitos de interfaces mobile. Muito interessante…

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O exemplo clássico: Ícones da Apple e do Windows.

Como celulares, tablets e outros dispositivos móveis contam com telas pequenas e sensíveis ao toque, se tornou fundamental desenvolver representações gráficas cada vez mais compactas, práticas e clean. Desse modo, o Flat Design nasceu para atender também a uma necessidade de funcionalidade, virando um sucesso.

Contudo, o que viabilizou sua expansão foi o fato de os usuários já possuírem um repertório capaz de lidar de maneira mais intuitiva com os novos equipamentos e sistemas. Acostumados às linguagens dos computadores, internet e novas tecnologias, hoje eles conseguem identificar com facilidade elementos como botões e ícones, que não precisam mais ficar piscando ou apresentar efeitos de relevo para serem compreendidos.

Vale lembrar que a multiplicação dos tipos de telas obrigou o design de interfaces a se tornar responsivo, ou seja, adaptável aos diferentes formatos de aparelhos, e que isso deu ainda mais força para a disseminação do estilo flat, que devido as suas formas simples responde com mais versatilidade às variações necessárias.

Para entender melhor o assunto vamos ver a seguir:

8 características do Flat Design

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1. Tudo chapado: Sem qualquer efeito de tridimensionalidade ou profundidade, sem sombras, relevos ou gradientes.

2. Minimalismo: O menos é mais. A informação pode ser transmitida com pouquíssimos elementos, e com bom gosto.

3. Objetividade: A ideia é transmitida na lata, de forma quase autoexplicativa.

4. Destaque para formas, cores e tipografia: Essa é uma estratégia para que a arte criada se torne atrativa. As formas são cruas, sem detalhes; as cores, geralmente vibrantes e contrastantes; a tipografia complementa a informação, tendo preferência na composição apresentada.

5. Linguagem mobile: Os ícones e outros elementos são inspirados nas representações criadas especialmente para os dispositivos móveis.

6. Convidativo: É feito para estimular o clique. Logo quando vemos um flat element temos vontade de clicar sobre ele para conferir a qual informação nos levará.

7. Versatilidade: Facilmente adaptável a qualquer tipo de tela, seja de um smartphone ou de uma televisão.

8. Fácil de gostar: Evita sobrecarga cognitiva e por não cansar a vista e a cabeça acaba agradando.

Depois dessa explicação toda, como, enfim, seguir a tendência do Flat Design? Bom, a ideia primordial é pensar sempre na experiência do usuário, oferecendo a ele representações e comandos fáceis de entender, diretos e funcionais.

Outra questão é a valorização de um layout clean como uma opção que prima pelo conteúdo, pela economia de apelos, pela versatilidade e pela criatividade. Simplicidade não pode ser sinônimo de pobreza inspirativa ou técnica!

Um toque importante é não seguir esse protocolo pelo simples modismo. Ele deve ser compreendido como uma solução, seja funcional ou estilística. Por isso, sua adoção deve ser embasada por bons argumentos.

Referências: Cursos Bruno Avila, Des1gn ON, Wide, Gizmodo Brasil.

E então, o que você acha dessa tendência? Gosta do que vê? Curte a proposta? Deixe seu COMENTÁRIO!

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Categoria: Outras Soluções em Comunicação

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