8 erros que pequenas empresas cometem ao criar seus nomes

Ajudar as empresas a se lançarem no mercado e a se manterem nele de forma competitiva é um prazer para quem trabalha com Publicidade, Marketing e Comunicação. No entanto, é curioso observar alguns fatores comuns no universo das micros e pequenas que tornam o desenvolvimento dos projetos, digamos, um tanto mais desafiador.

Um desses fatores é o nome da empresa, que escolhido de maneira equivocada pode, em diversas ocasiões, atrapalhar a comunicação e o posicionamento do negócio no mercado.

É preciso entender que o nome é um elemento de extrema importância, que compõe a própria marca da organização. Por isso, sua escolha merece um carinho especial.

Veja a seguir alguns erros que muitas MPEs cometem nesse sentido, e se você for o representante de uma, fique esperto para evitar as mancadas:

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1. Juntar nomes: Em alguns casos usar o sobrenome da família pode sim ser muito interessante. No entanto, misturar os nomes dos sócios, por exemplo, pode ser desastroso. Primeiro porque pode soar piegas; segundo porque pode não ter sentido algum ou (terceiro) induza a interpretações indesejáveis; quarto porque pode ter uma sonoridade duvidosa; e quinto porque ser mais criativo cai melhor;

2. Criar palavras sem sentido: Fazer um nome totalmente novo é perigoso. Juntar letras, criar uma palavra e usá-la só porque o som é bacana não convence ninguém. Isso tende a tornar a marca irrelevante, sem ecos capazes de gerar identificação e de apresentar previamente o negócio;

3. Escolher algo muito complicado: Às vezes o nome até tem sentido mas é de difícil leitura ou pronúncia. Por esse lado, evite nomes russos, por exemplo, e até mesmo em inglês, se o seu público não tiver familiaridade com termos em outras línguas.

4. Escolher algo muito comprido: É bem mais fácil lembrar de um nome curto, simples e objetivo. Então, conte as letras que forem compor o nome da sua empresa e se elas forem demais, busque uma opção mais enxuta.

5. Adotar nome que não tem relação direta com o negócio ou conceito: Uma palavra bonita não quer dizer nada. Imagine só uma sorveteria que se chama “Libre”, do espanhol “livre”. Não há uma conexão direta com a proposta do negócio, não há um sentido que estreite as relações. Sendo assim, essa seria uma má opção. E lembre-se: um bom nome é aquele sobre o qual não é preciso explicar muito.

6. Ser simplório: Ser simples na criação do nome da empresa é excelente, mas ser simplório não! Isso tem a ver com falta de criatividade ou banalização, como uma padaria que se chama “Pão Fresco”.

7. Não pensar no futuro: Certos nomes podem ser comprometedores, principalmente com o decorrer dos anos e das mudanças trazidas por eles. Um exemplo disso são algumas empresas que tinham associado ao seu nome o ano 2000, o que era tido como sinônimo de futuro, de modernidade. Bem, ele chegou e essa associação foi pro espaço.

8. Não pensar nas aplicações: A marca precisará de um logotipo, mas se o nome dela for complicado a tarefa de criá-lo vai ficar difícil e quem sabe até mais cara. Além disso, é preciso pensar nas assinaturas, impressões e outras aplicações onde o nome da empresa irá aparecer.

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Categoria: Outras Soluções em Comunicação

Uma resposta a 8 erros que pequenas empresas cometem ao criar seus nomes

  1. calebe de castro disse:

    queria um nome para uma empresa que vou abrir, só que não encontrei um nome legal que possa combina com a opção que eu desejo… vou trabalhar com cargas descarga, prestando serviço para outras empresa..

    por acaso vc tem uma opinião para me dar???

    eu lhe agradeceria demais

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