O apelo emocional na publicidade contemporânea

Tem algo mais arrebatador que uma forte emoção?

Que atire a primeira pedra quem se viu comovido diante de um filme, série, novela ou até mesmo comercial de televisão…

Pois é, se emocionar faz parte da vida do ser humano, uma parte, aliás, encantadora, cheia de sabores, lembranças e sonhos. Há até quem viva em busca de grandes emoções, e quem prefira ser pego de surpresa. Têm também aqueles que fazem a linha durona, tipo “homens não choram”, e aqueles que dizem não ter tempo para “perder tempo”!

Bom, independentemente do caso, o importante é que todos possuem um lado sensível, o qual escapa ao pensamento lógico e produz diversas sensações, digamos… Indescritíveis.

Com enorme potencial de propensão ao envolvimento, indução e sugestão, essa arena não demorou muito para ser explorada pela Publicidade, que, a partir de então, veio transformando radicalmente seus anúncios desde século XX.

Propaganda antiga

Propaganda de apelo emocional

Se no início do século passado, e até durante um bom tempo depois, o apelo racional, marcado pelas informações objetivas, era predominante na propaganda, hoje há um esforço cada vez maior em maximizar a utilização do apelo emocional. Ele se tornou eficiente porque em meio a um amontoado incalculável de anúncios a apelos, trouxe uma pegada diferenciada e mais branda, que disfarça as intenções da comunicação e ressalta os atributos intangíveis (bem-estar, status, aceitação, entre outros) que podem ser relacionados aos produtos/serviços e ao público-alvo.

De modo geral, a utilização da emoção é mais indicada em campanhas de marcas que possuem certa maturidade e que assim já têm as características funcionais de seus produtos/serviços conhecidas pelo mercado. Essa inclinação, comumente, visa humanizar a marca e criar uma relação afetiva com o consumidor.

O uso de uma linguagem com caráter poético (tanto verbal como não verbal) e o desenvolvimento de uma narrativa envolvente são técnicas que ajudam evidenciar o apelo emocional de maneira mais fácil. Em um de nossos posts anteriores nós falamos sobre o storytelling na publicidade, uma estratégia baseada na arte de contar histórias, que objetiva justamente gerar maior envolvimento, identificação e emoção.

Olha aí mais um bom (e clássico) exemplo:

Pra quem tem coração é impossível resistir!

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Categoria: Storytelling

Uma resposta a O apelo emocional na publicidade contemporânea

  1. Mari disse:

    A publicidade é a alma do negócio.

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